Economia compartilhada impacta o consumo de roupas para grávidas

Quando uma mulher se descobre grávida, logo vem a necessidade de comprar novas roupas, pois as que estão no armário não mais servirão por muito tempo. Como dificilmente as peças adquiridas na gestação serão usadas após o nascimento do bebê, as futuras mamães têm gastos altos com calças, blusas, vestidos e demais itens que serão rapidamente descartados.

Trocar bens e usufruí-los conjuntamente é uma tendência mundial facilmente percebida por serviços oferecidos pelo Uber e AirBnB, por exemplo. Conhecida como economia compartilhada, a tendência não se restringe apenas a aplicativos, e agora está ganhando o mercado da moda.

Tanto, que a startup Bump Box aproveitou as oportunidades geradas pelos novos hábitos de consumo e pelo desejo das grávidas de ter um guarda-roupas diversificado e começou a oferecer serviços de aluguel de roupas para gestantes.

Como funciona

A empresa oferece, atualmente, 8 caixas mensais composta por 4 peças com estilos diferentes. A cliente escolhe a que melhor se adequa à sua personalidade e define, de acordo com a necessidade, um plano mensal, trimestral ou semestral para receber o pedido no endereço indicado.  Ao término do mês, a cliente devolve as roupas na caixa e recebe uma nova. Assim, durante toda a gravidez ela será capaz de montar looks bonitos e confortáveis.

A alternativa faz sucesso entre as mulheres pelo carácter sustentável e por expandir as opções de vestimenta, já que muitas grávidas restringem o guarda-roupa pelo fato de as peças terem uso restrito.

Apesar de ainda estar em fase de testes, a startup já oferece os serviços por meio do site e garante que, futuramente, terá peças para o pós-parto e amamentação. Por enquanto, as entregas estão restritas às regiões Sul e Sudeste do Brasil – em São Paulo, o frete é grátis.